
.: Créditos :.
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Escrevo uma série de Poemas chamado Pequenas Sutilezas.
Com as Fotos do meu primo Carlos Alves.
Primeiro a Clave de Sol
Foto de Carlos Alves
Escondida nos dedos
Desliza as cores na face
Não emite som
Só marca o enlace
Um dia vivido
A felicidade é um dom
Para ser sentido.
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Bromélia

Imagem do google
Sendo forte assim
Coberta de orvalho todo o tempo
Evaporando-se
Mas há várias coisas
Em mim
Como forte névoa fria
Que insiste em voltar
Ponho-me em folhas firmes
Fechando meus ouvidos
Aprendendo a observar.
Por vezes é assim
Bromélia
Suas reservas resguardam
Sua cela.
Agradeço grandemente a da produção do Programa Mosaico,
a Lorena e ao Murilo, da Rádio da Amazônia, obrigado pela entrevista
do dia 28/11 e a oportunidade de contar a minha história.
Para quem não conhece todas as 2°feiras as 14:30h entrevista com um blogueiro
num papo descontraido sobre blogs mais informações acessem:
http://www.ebc.com.br/canais-ebc/radios/radio-nacional-da-amaz%C3%B4nia-oc-11780-khz-e-6180khz
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Criação

Imagem do Google
A aflição vira poesia
Nos dedos do poeta
O vazio que consome
Vira cor que se liberta.
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O Rio

Imagem do Google
Esse rio caudaloso coberto de luz
Com pedras tatuadas nas margens
Por vezes fluindo
Misturado com limo
Sou eu junto as ramagens.
Essa constância
De correr ao mesmo lugar
Inconstância
De não saber onde ele vai dar.
Perto das raízes verdes e desnudas
Tendo sonhos profundos
Envolto e repleto de mudas.
Segura sempre estou em meu leito
Em pensamentos ecoantes e estreitos.
Desfocada em vapores frios
A penumbra domina
Abraçada em águas claras
Durmo em sonhos...na neblina.
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Arco-Íris

Imagem do google
Não sei explicar
Depois da tempestade Tudo mudou Os componentes do ar. O sol refletiu com seus raios E as cores misturam-se Separaram-se suspensas Em tons vários. Dando lugar tão colorido Cheio de luz e sem igual Sumiu o triste cinza Após a chuva pontual. Voltou a brilhar O arco-íris Como o jovem lilis Tudo recomeça Feito a vida Quando tropeça...
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Superficie

Imagem de flickr Miel Mendra
Sob a superficie
O que podemos ver
Do ser?
A matéria por cima
Não é nada
O verde que recobre
A folhagem na estrada.
O que aparece é
Uma parte, a moldura
Detrás da cobertura
O que esconde a alma.
Aparência
Superfície apenas
Reticência.
Quem me dera
Ter as chaves dessa janela
E ultrapassar
No teu peito a cidadela.
Sob a superficie
Tudo é tão passageiro
Feito brisa que vira
Vento ligeiro.
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Confissões

Imagem de Olho Mágico uol
Há entre nós um vale
Tudo ecoa
E por mais que eu fale
Espalha-se…aroma de broa
Sem importância
Sem um porquê.
Há entre nós detalhes
Palavras guardadas
Moldadas, em talhe
Silenciosas demais
Para se dizer.
E sinto saudade de quando
Tudo era mais claro
Não havia essa neblina
Não havia essa camada fina
Entre nós
Tu não confias a mim
Teus segredos
E eu padeço em desespero
Deste desejo.
Evapora-se tudo
Foi em silêncio mudo
A confiança partida
Ao chão
Com inocentes idéias
Que a vida era doce ninféia
Eis a verdade, dura confissão:
Vivo perseguindo uma sombra
Que sempre me escapa das mãos
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Eis que postarei uma coleção de poemas chamados "Coimbra" que teve início com o Rosa Amarela.
Ciúmes

Imagem do Google
Ele lateja...ciúme
Espalha-se no ar
Feito perfume.
É uma cova funda
Limosa
E sobretudo imunda.
Um pedido
Não respeitado
Desperta um leão
Preso e enjaulado.
Ciúme é fera
Que devora
Aquele alguém
Que não o teve até agora.
Trás solidão
Abre feridas
Cega a visão
Da imensidão da vida.
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Rosa Amarela

Imagem de flichk
Rosa amarela tão bela
O que és?
Não és namorada
Nem noiva
Nem muito menos esposa
Quanto mais amante
Mas já tiveste momentos
Doces de namoro
Planos de uma noiva
Cumplicidade de esposa
E horas de paixão
De uma amante
Mas o que tu és?
Ô rosa amarela, tão bela?
Tu não és nada
É caule, é raiz, é folhas
Miolo e pétalas
És amiga colorida
Flor em terra batida
Só...minha querida.
Notícias e atualizações no Goiabitas da vida.
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Universo Paralelo

Num universo paralelo permaneço
Onde te encontro em momentos
O resto é espera
Feito aquela hora do pôr-do-sol
Única, especial e marcante
Aquele momento em que a pérola
Revela a sua brancura ao mar
E depois se fecha na concha
Assim passa-se os dias
Nesse mundo todo separado
Mo meu universo paralelo
Ao seu lado…
Desculpe pessoal pelo sumiço tenho trabalhado e tenho pouco tempo, e como agora consegui uma net emprestada vim atualizar meu bloguinho.
Beijuuss a todos não esqueci de ninguém.
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Hoje em homenagem ao aniversário da Katya, dedico esse poema que fala sobre a chuva .
Parabéns amiga nesse dia tão especial.E também não posso esquecer da Esyath que também fez anos na semana passada, muitos beijos a todas não esqueci de ninguém.
Atualizações e noticías no Goiabitas.
A Chuva
Imagem do Google
A chuva vem mais uma vez
Com sua baforada fria e abundante
Calmamente faz o seu ciclo
Como dantes
As janelas umidecidas e inquietas
A saudade vem
De algo que nunca tive
De algo que nunca senti
O vento sussura
Por entre as gotas corre
E sinto a ausência
E sinto a distância.
E a água continua
Minuciosamente seu trajeto
Para o mesmo lugar
A caminho do mar
Sinto...algo
Que nem sei explicar
Essa vontade de correr em gotas
E com a brisa evaporar...
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Indiferença
Imagem do Google
Eu nada vejo,
Nada sinto,
Anestesiada
Precinto
Ver seu passado bem vivo
No seu presente
Entristecendo
Minha alma
E minha mente.
Não entendo
Como tens esse poder
De machucar-me
Em pequenas coisas
E por mais que chore
Nada adianta
Ou se altera
Sinto-me
Insegura criança
Austera.
Esse sofrer
Em lugares escondidos
Faz doer
Solidão
Tu faz-me falta
Ilusão
Está em pauta
Quando é tão indiferente
O que meu peito deveras sente...
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Perto das Águas
Imagem do Google
Foi agora pouco
Perto das águas
Um som um tanto rouco
E sussurante das vagas
Um vapor úmido
Uma lembrança querida
Onde é o meu lugar?
O meu pedaço em tua vida?
Perto das águas
Minhas dores esquecia
Deixando tudo no sal
Temperando o dia-a-dia
Sentia-me só
Porém o pôr-do-sol
Me aquecia
Com cores e luzes
Com vislumbres de alegria.
Foi agora pouco
Mal senti que a noite vinha
Que a escuridão tinha
A melodia
Para acalmar minh´alma
Que andava inconsolada
Perto das águas
Minha mente é alada.
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Certo e Errado
O que é certo?
O que é errado?
Qual será o enfim
O fim
Deste enfado?
Essa cena, esse lema
Essa história
Na qual sei de cor o tema.
Esse sofrer, esse doer
Esse contínuo
Na consciência e no ser.
Certo...errado
Insensatez e integridade
De cada lado
Duas palavras que da mente
Não sai
E o seu silêncio que corrói
E não se vai.
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Pequena
Verdelhão
Imagem de Rollin Velinde www.natuurbeleving.be
Pequena, presa está nessa jaula
Tola e aborrecida
Perdendo sua vida
Imprudente e descuidada
A felicidade lhe foi dada
O relaxo do seu dia-a-dia
Fez-lhe fraca e fria
Vivendo de aparência
Sem nenhuma condecendencia
Fugindo da família
Empurrando com a barriga
Essa mentira tão evidente
Dessa relação inconsequente.
Lá está a Pequena Sabedoria
Consumindo os seus dias
Lá está no seu engano
E faz apenas um ano.
(28/09/07)
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