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Saudade que desconheço

Imagem de Renata Freitas

Às vezes sinto-me solitária

Como aquela folha pálida

Desfigurada e cansada

À secar no sol

Na verdade o que eu tenho

É uma saudade desconhecida

De algo

Que eu nem sei o que é

Não que sinta falta de pessoas

Ou de amor

Não, não é isso

Sinto-me só, saudosa

De coisas que nunca vivi

De sentimentos que nunca senti

De momentos

Que nunca deleitei

Nesse meu lugar

Tão particular

Sinto-me necessariamente

Pois é necessário

Estar só

Tenho essa saudade

Que parte-me pela metade

De algo que desconheço.



- Enviado por: Rafaela Silva Santos às 22h15
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Ruínas

Ruínas do hotel Lagoinha em Ubatuba-SP

Ele me ama, eu o amo

Mas estamos separados

Por más escolhas, de ambos os lados

Eu, por desejar algo improvável

Dele, de ver a aparência e o desejo

(a lascívia cobiçável).

 

Ruí minh´alma sentida

Pedaços de mim foram espalhas

Rastros, palavras não ditas

E quando ditas, fora do tempo

Estilhadas.

 

No fundo só queria ter

Onde recostar a cabeça

Pousar mansa borboleta

Fechar as pálpebras e descansar.

 

Mas o seu amor

Só deixou ruínas

lembranças que perseguem os meu passos

Incógnita sombra que anuvia.

 

A única coisa que pude fazer

Foi mudar como a lagarta

Mutar,transformar

Essa realidade desfigurada

Depois voei no céu

E das ruínas reconstrui

A minha morada.

*Poema para Mayra...você vai superar amiga!!!Com toda certeza tudo passa!!!



- Enviado por: Rafaela Silva Santos às 12h57
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*Poema baseado no filme "Feira das Vaidades"

Feira das Vaidades


Escuto o som das flamejantes moedas

E das jóias...som metálico

Cores, aromas nunca dantes vistos

Sentidos no tato,olfato e paladar

Fumaça branca do incenso

As folhas dançando em aspiral

Ao vento.


Era meia luz, meia-noite

E tudo era vaidades naquele lugar

O vinho, as especiarias e iguarias

Até o som de música era fulgaz

Uma peça era sem brilho

Estava a ser lustrada

Agora entendo Jane Austin

Como cruel subir a sociedade

Ostentação...

Os lábios lisojeiros

De derramam palavras de desejo

Lança-se fogo...ateio

Um brilho, um adorno

Um infortúnio...

Amantes imprudentes

Não viram que a ambição

Apaga de todo o amor

Quando sem medida

Torna-se um devanio?



- Enviado por: Rafaela Silva Santos às 15h02
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